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Terça-feira, 23 de Outubro de 2007
Os pedidos do Sr. Padre Cura

Estimados filhos

Como deveis imaginar toda a gente cá na aldeia está ao corrente da zanga com o meu Zé pois foi p´ra aqui o fim do mundo, só faltou chamar a guarda, o que nos valeu foi o santinho do sacristão que também não faz mais do que a sua obrigação que é ajudar o Sr. Cura a velar pelas almas, mas isso já eu vos contei da última vez que vos dei conta da minha vidinha e p'ra não me desviar da minha ideia, adiante que se faz tarde.

Ora, todos se acercam de mim, a consolar-me pelo sucedido e com palmadinhas nas costas lá me vão dizendo que aquilo foi o demónio que passou pelos olhos do meu homem ou até há quem tenha cismado que foi o vinho a falar em vez dele, mas eu ainda estou muito ofendida e enquanto me lembrar não lhe olho p'ra cara nem lhe dirijo a palavra, porque quem não se sente não é filho de boa gente e cá os meus paizinhos eram de grande respeito e tidos em muito boa conta.

Isto tudo para vos dizer, que o que me tem valido são os vossos cuidados comigo de tal forma que até mostrei ao Sr. Cura algumas das coisas que me têm escrito p´ra ele ficar a saber que comungar da vossa alegria tem sido uma bênção para mim.

Ai, meninos e não é que ele gostou tanto que até me incumbiu de vos  fazer uns pedidos?

Então aqui vai:

Ao menino Abreu (que não tem aldeia)  pede que, no intervalo dos processos do tribunal e já se viu que é oficial de justiça, o ajude a escrever uns sermões, porque jeito não lhe falta apesar de se ter desviado do caminho do Senhor à conta da tal ajudante de cozinheira era ele ainda moço.

À menina de Azul que agora também tem uma metade verde, manda dizer que gostava muito que ela escrevesse sobre a história da paróquia e que tem uma casa às ordens se ela não tiver onde ficar e que não se esqueça de trazer as suas bolachinhas caseiras.

À menina das Margaridas, pede muito que ajude a beata no arranjo das flores mas recomenda que ela venha com um vestido decente, não vá o diabo tecê-las e que não traga os tais comprimidos não vá dar cabo da vida descansadinha da aldeia.

Ao menino da Cara Laroca, que anda sempre numa correria de aldeia em aldeia, pede que traga a máquina das fotografias e que venha cá ensinar o Manel da Gaita a tocar concertina, p'ra ver se ele aprende de vez as notas sem desafinar.

Ao menino Lince, pede que vista a pele de cordeiro e que recolha as garras e traga uma garrafa de vinho p'ras tertúlias ou lá como ele lhes chama.

Ao menino Mariola de Vasconcelos caso ele disponha de tempo, pede que venha cá ensinar ao povo as suas artes e que traga o livro da tal senhora Florbela, que o mestre-escola coitadinho já lhe perdeu o jeito.

À menina Cristalina, manda dizer que gostava muito de a conhecer e que traga o livro dos milagres, aquele de capa azul e branca, para que se registe um dos últimos milagres de Fátima.

Ainda há mais pedidos do Sr. Padre Cura, mas fica para uma próxima que agora não disponho de mais tempo pois tenho que ir à vida e estou aqui ainda por caridade da minha vizinha, em casa alheia, que é como quem diz, em casa dela.

 

Até outro dia se Deus quiser.

 

Beijinhos repenicados

 

Desta que se assina

Beata da Aldeia


Como vai a minha vidinha:

Carta escrita pela Beata da Aldeia às 11:05
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21 comentários:
De FELINO a 23 de Outubro de 2007 às 12:15
Olá D. Beata
As garras já estão recolhidas à muito tempo e esteja descansada que a próxima vez que passar aqui trarei uma garrafa para esse Padre pedinchão. Agora vertir a pele de cordeiro uuuuuuhuhhhhhhh não me parece.

A sua Bênção


De Beata da Aldeia a 27 de Outubro de 2007 às 21:11
O Sr Padre Cura ficou com água na boca, só de pensar no vinho que o menino Lince há-de trazer e manda dizer que não vê a hora de lhe dar um abraço.

Obrigadinha meu menino


De Lili Castêlo a 23 de Outubro de 2007 às 17:23
Madrinha
Agora sim, não tive duvidas que é a Minha madrinha Maria da Piedade.....mas não vou chamar-lhe mais madrinha....de agora em diante passa a ser TIÁ! Pietá
Isto porque desde que eu vim para Lisboa, e onde eu môro, mais própriamente na Lapa...claro! somos todos tios e tiáas!tá a peceber??
olhe Tiáa, agora vou fazer a "coifure" e aplicar as unhas de gel....vou indo, porque tenho o chauffer à espera....... ele é um querido, mas se o faço esperar muito, mais à noitinha quem sofre sou eu, na solidão da minha ênorme casa.........Não sei se tá a peceber.....depois conta-me mais noticías da Aldeia.
Tichau!!!! Tiá Pietá
até brêve. cumprimentos ao tio Zê
LiliCastêlo Novo (para não se confundir com o Branco)



De Beata da Aldeia a 27 de Outubro de 2007 às 21:17
Valha-me Nossa Senhora da Aparecida, então não é que encontrei a minha rica afilhada que eu julgava perdida?

Ólindinha que alegria que me deste, mas agora vais desculpar-me esta frontalidade, mas estranho-te muito com essa maneira de te apresentares.

Faz-me um favor pela tua rica saúde, chama-me Madrinha Piedade como fazias quando me vinhas pedir pão com chouriço e eu te assoava o nariz que andavas sempre constipada.

Não entendi muito bem uma coisa, agora és rica? Que grande confusão que me está isto a fazer, tens que me contar bem essas modernices, filha, está bem?


De mariola a 23 de Outubro de 2007 às 21:33
Dª Beata:
P.f. diga ao mestre escola que conte comigo. Não para ensinar, claro, que isso é dom que não tenho e muito menos, competência.

Mas ler os poemas de "Florbela", ai sim "Senhor", é uma honra, para além do prazer que me proporciona.

Este seu cantinho é um espectáculo.
Beijo e obrigado por tudo!!!!



Vasconcelos


De Beata da Aldeia a 27 de Outubro de 2007 às 21:24
Menino Mariola venho dizer-lhe que o Sr. Padre Cura fica penhorado pela sua boa vontade mas como o menino ficou sem aldeia não sabemos se lhe varre da ideia o prometido, porque como diz o ditado, longe da vista longe do coração e nunca se sabe, pois não?

Não se esqueça da morada da Beata que é um gosto ler as suas cartinhas, até me dói o coração só de pensar que nunca mais me vai escrever

Que coisa esta, foi assombração pela certa, ai isso foi.


De lazulli a 23 de Outubro de 2007 às 23:46
Boa Noite D. Beata Bonita e a todos os "santos" paroquianos, desta mais recente e famosa Aldeia deste Nosso Amado Portugal.

Hoje tou tonta. Ainda não sei o que tenho. Fiquei acamadinha toda a manhã. Aproveitei para sonhar... e, sonhei com a Aldeia e os seus santinhos....

Eu aceito com humildade a sugestão do senhor seu Cura; embora não me responsabilize por os meus actos meios insanos. O senhor Cura que prepare o confissionário e as hóstias e já agora a ága benta, porque eu e as aldeias quase sempre estivemos (sem querer copiar) ... "de candeias às avessas". Até hei-de contar um episódio da última vez que ajoelhei, lá junto do senhor Cura, não desse (acho eu) senão tou tram ada. Agora é que ele se aproveita e me leva de vez ao bom caminho. Mas fica para depois. Estou a pé por teimosia e se já raciocino mal, lucida quanto mais, meia tonta.

Só quis dizer, sim. A D. Beata merece-me toda a consideração. E, se o pedido do senhor Cura é feito por seu intermédio, como iria eu negar?!

Farei o que poder. A medo, claro! mas farei. (ainda me queimam o rastro) - expressão transmontana, quando querem "afastar" alguém dos seus domínios. Digamos que, um indesejado.

Mas as Aldeias têm sempre também gente boa e dada. E, por agora, por falar do VERDE, D. Beata, interceda por mim, aqui aos seus santinhos e santinhas. É que ando às voltas para o meu Espaço Verde. Verde de Raíz. verde de esperança, verde de bondade, verde de fertilidade, verde de ancestralidade.

É que eu preciso, para falar de uma determinada Aldeia de Portugal, mais concretamente de - S. João de Fontoura, Concelho de Resende - Distrito Viseu... de uma ou outra imagem um ou outro artigo.

É um facto que tenho uma sério de documentos em minha posse, mais ainda não tenho certeza de poder colocá-los. Em termos legais terei que rever melhor. E, com a agravante que todos os meus dados genealógicos estão num sistema completamente diferente do que uso presentemente.

Isto vai dar-me uma trabalheira, que só visto. Preciso de uma ou outra alminha caridosa. Uma ajudinha pelo menos para uma imagem que eu possa colocar da dita aldeia. Já estive no banco de dados da net, mas não sei o que posso ou não posso.

Afinal.... não posso continuar completamente sózinha. Puxa! Não sou a Super mulher! Alguém me ajude, de contrário quando ´é que eu vou pôr os dados que possuo (esses) retirados, investigados, etc, por mim e cedidos por várias fontes?

- São úteis esses dados a portugueses que queiram saber dos seus antepassados. E, mesm o tirá-los um a um copy/past de um sistema para o outro, está a dar cabo de mim. Até já adoeci.

Meto-me sempre em cada uma, sempre maior do que eu. Quem me manda ser pequena?!


Bem D. Beata. Tou mesmo mal. Vou ficar só a olhar. Eu volto logo que melhore desta coisa que não sei o que é.

um beijo grande
para uma pessoa especial
que é a D. Beata
De Portugal


(lazulli)

Ps. - bj para o senhor De Vasconcelos e o senhor M. Abreu. - A ambos o meu especial carinho. - lazulli


De Beata da Aldeia a 27 de Outubro de 2007 às 21:30
Tenho muito pena, mas não conheço a sua aldeia menina de Azul e Verde, mas se encontrar algum conhecido que já tenha passado por lá, mando dizer-lhe esteja descansadinha.

Rezei para que ficasse melhorzinha dessa maleita, que verdade seja dita, nem cheguei a saber o que era, mas o que interessa é a intenção, não acha menina?

O Sr Cura agradece muito a sua disposição em escrever sobre a nossa aldeia e pede para eu a descansar que não precisa de se ajoelhar quando cá vier, visto a menina não estar habituada.

Fico muito feliz por a menina se sentir bem na minha casa. Também gosto muito de a receber e então quando me oeferece as bolachinhas, nem lhe digo nada.


De lazulli a 24 de Outubro de 2007 às 08:00
Que um santo dia, cheio de graças divinas, desça sobre todos os habitantes desta Aldeia.

Cá estou no meu cafezinho e a saborear a minha bolachinha. E, vim dizer, que isto de vir à missa da Aldeia, faz bem ao corpo e à alma. Não é que, estou melhor, assim, miraculosamente e ainda como se não bastasse, saí da noite dos sonhos, e trago comigo o que hei-de colocar no espaço dos nossos Antepassados?!

Pois é. Mais ainda! E uma frase que vou de seguida procurar.

"deus" é muito nosso amigo. Por isso vim logo à missa, alegre e sorridente, logo tão cedo.

D. Beata, espero que a senhora tenha o lugar merecido por tão bem fazer.

Um bj
E um dia muito especial
Desta sua
Amiga virtual (será que isto do virtual existe? é que parece-me tudo tão real) - não acredito no virtual. essa é que é a verdade.

Agasa-lhe-se, para não adoecer. Parece que a temperatura desceu. Até mais loguinho.

Cumprimentos ao senhor Cura. Ao senhor Zé. Ao sacristão. E, já agora ao Jeremias, para ele ver que até com os burros eu me preocupo. (cada vez estou mais santa). Não é nada é que entre mim e os burros existe uma certa familiaridade . bjs a todos os habitantes da Aldeia.


De Beata da Aldeia a 27 de Outubro de 2007 às 21:32
A menina tem mesmo bom coração.
Esteja descansada que já trago comigo quatro camisolas de lâ cardada e dois pares de meias até acima.


De lazulli a 25 de Outubro de 2007 às 16:50
D. Beata

Me desculpe, mas tive que vir aqui a correr. Aconteceu alguma tragédia, na Aldeia?! Para onde foram todos?! Cheguei à Aldeia e estava completamente deserta como se abandonada repentinamente. Ó valha-me-deus, agora que eu encontro uma Aldeia onde fui convidade e tudo é que a abandonam?! Não estou a perceber nada. E, desgraça maior é também não encontrar o Senhor De Vasconcelos, por quem tenho muita estima. Estou apavorada!

... E, lá mais uma vez... fico sózinha no meio do mato. Bem... vou regressar triste à minha caverna e dali ouvir os sons da natureza pode ser que me levem noticias da Aldeia e do Senhor de Vasconcelos.


Espero sinceramente que não tenha acontecido nada de mal a nenhum habitante. O meu bem haja a todos e um beijo especial para a D. Beata da Aldeia.

Com carinho e ternura
Sempre
lazulli


De MT-Teresa a 25 de Outubro de 2007 às 18:46
Olá D. Beata
Passei aqui só para saber se já tinha noticias suas, mas fico triste por ver que está tudo muito calado, será que anda de novo às turras com o seu Zé?

Deixo-lhe um beijinho, de qualquer forma e continue a rezar por todos nós.


De Beata da Aldeia a 27 de Outubro de 2007 às 21:35
Minha Santa fique sossegada e tranquila que a Beata não se foi embora e continua a rezar por todos, ou já se esqueceu que tenho que ir à da vizinha, para vos escrever?

Tenho que ir à sua aldeia para ver se a menina anda melhor dessa tristeza ou se isso já não tem cura


De Margarida a 26 de Outubro de 2007 às 16:52
Olá D.Beata
Quero agradecer ao Sr.Padre cura através da D.Beata, ter pensado em mim, para ajudar nos arranjos florais.....
Mas sabe? Ando muito atarefada a escolher as imagens decentes e compostinhas para pôr lá no meu canteiro, para evitar ser excomungada, da sua santa e madre Paróquia,pelo que não devo arranjar tempo, para tão nobre tarefa.
Espero que já tenha arranjado outro rolo da massa, pelos vistos esse (tal como o seu Zé)J á deu o que tinha a dar.
Fique bem D.Beata Bom fim de semana, e não se esqueça de rezar uns terços ou uns quartos (ai não isso não, não se pode falar em comprimidos azuis nem em quartos)....verdade?) ficamos apenas nos terços, por favor reze aqui por esta pecadora.
Agradecida



De Beata da Aldeia a 27 de Outubro de 2007 às 21:38
Que grande desgosto que vai dar ao Sr. Cura, então a menina não tem tempo para a Igreja, onde já se viu?

Espero bem que ponha a mão na consciência e altere o seu pensamento.

Ficava-lhe muito grata



De lazulli a 26 de Outubro de 2007 às 21:43
Começo a ficar preocupada. A Aldeia levou com uma assombração que só o senhor Cura para exorcizar o mal. Primeiro o senhor de Vasconcelos. Depois a D. Beata. Não estou a aceitar muito bem esta ausência.

Duas pessoas que eu gosto escafederam-se (onde é que eu fui buscar este termo?)

Preciso saber se o senhor Zé já deixou a Beatinha em paz. Se não deixou, em vez das bolachas eu mando para a Aldeia tantos rolos da massa (não sei de culinária) que o senhor Zé é que foge.

Diga-me que está bem, D. Beata. Faz-me falta.

E, senhor De Vasconcelos, não imagina o apreço que lhe tenho. Tanto, que o entendo e pondero a sua coragem. Mas... foi tão dificil encontrar pessoas assim que... estou triste com a sua ausência. Entendo. Juro-lhe que entendo. Mas, a sua presença para mim era um conforto. Uma estabilidade emocional, pequenina que fosse. Uma coragem de não fechar as minhas portas, azuis. E, agora...

Afixo este Edital para que ambos reconsiderem e voltem. Acreditem, que também tem sido muito dificil para mim, por aqui permanecer. Mas vós sois duas pessoas e mais uma ou outra, que nos últimos dias me ajudaram a ficar.

Pelo menos quando puderem, ambos, digam-me se está tudo bem com vocês. Desejo-lhes muito amor e felicidade. Por FAVOR não desistam.

Estou tão triste.

Vossa amiga sempre
Sejam vocês quem forem
(lazulli)


De Beata da Aldeia a 27 de Outubro de 2007 às 21:42
E eu só lá mulher para desistir? Rica filha a Beata está aqui de pedra e cal, pode crer.

Também me está a dar um aperto no coração, só de pensar no menino Mariola que nunca mais lhe vou pôr a vista em cima. Gostava mesmo das cartas que ele escrevia na aldeia dele.

Vou-lhe sentir muito a falta e até estou a pensar organizar uma missa, para ele voltar para o nosso seio.
Só tenho coisas que me ralem.



De Beata da Aldeia a 27 de Outubro de 2007 às 21:42
E eu só lá mulher para desistir? Rica filha a Beata está aqui de pedra e cal, pode crer.

Também me está a dar um aperto no coração, só de pensar no menino Mariola que nunca mais lhe vou pôr a vista em cima. Gostava mesmo das cartas que ele escrevia na aldeia dele.

Vou-lhe sentir muito a falta e até estou a pensar organizar uma missa, para ele voltar para o nosso seio.

Só tenho coisas que me ralem.



De Margarida a 28 de Outubro de 2007 às 11:47
D.Beata ainda voltei a esta sua cartinha para lhe deixar uma anedota para que a Senhora D.Beata faça o favor de contar ao Sr cura.....eu achei graça, espero que o Sr cura seja uma pessoa bem humorada.
" Num banquete, colocaram um padre sentado ao lado de um rabino.
O padre, querendo gozar o rabino, enche o prato com pedaços de um suculento leitão e depois oferece ao 'colega'.
O rabino recusa,dizendo:
- Muito obrigado, mas... não sabe que a minha religião não permite a carne de porco?
- Noooossa! Que religião esquisita! Comer leitão é uma delííícia! - Comenta o padre com ironia.
Na hora da despedida, o rabino chega e diz para o padre: - Mande minhas recomendações a sua mulher!
E o padre, horrorizado:- Minha mulher? Não sabe que a minha religião não permite casamento de sacerdotes?
- Noooossa! Que religião esquisita! Comer mulher é uma delííícia! Mas, se você prefere leitão...
Dona Beta não se escandalize,pode dizer ao Sr Cura que isto é uma chalaça e que eu não tenho mesmo é Cura
rsssssssssssssssssssss
da sempre irreverente





De Beata da Aldeia a 28 de Outubro de 2007 às 15:47
Eu não digo que a menina das Margaridas é danadinha p'ra brincadeira?

Mas esta que a menina contou, teve tanta graça que até a mostrei ao Sr. Cura antes da missa e ele mal disfarçou um sorriso, porque com estas coisas da Igreja tem que se ter muito cuidado e o Sr. Cura tem que dar o exemplo.

Até lhe conto um segredo menina Margarida, o Sr. Cura gosta muito de leitão e eu até lhe escondo a minha porca Miquelina, para ele não ter tentações, quanto a mulheres, valha-me Deus, eu nunca vi nada, mas tem havido falatória cá na aldeia, lá isso tem.

Coitado também um homem não é de ferro, não acha?


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