Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007
Feliz Natal e muita saúdinha

 

Queridos amiguinhos

Primeiro que tudo venho dizer-vos que as vossas cartas já foram todas entregues ao Pai Natal e sei que ele já está a tomar nota de todos os pedidos que me encarregaram de fazer.

Estejam descansadinhos que eu confio muito nele e na noite de Natal pela certa vão ter o sapatinho cheio de presentes se bem que há algumas coisas que os meninos pediram que pela certa vão ser difíceis que ele consiga dar, porque desde que o mundo é mundo sempre existiram e não há meio de acabar com elas como sabeis.

 

Quero que saibam que vos estimo muito a todos e que vos desejo um Santo Natal com muita saúde e paz  e nunca se esqueçam que a vossa Beata  pede por todos nas suas orações.

 

Quero também agradecer o vosso carinho p 'ra comigo porque mesmo eu não podendo responder às vossas cartinhas como fazia dantes,  parte- se-me o coração sempre que aqui venho e leio o que me escrevem.

 

Um grande beijinho repenicado e muitas felicidades que eu cá fico com o meu Zé, a minha porca Miquelina e o meu burro Jeremias a celebrar o Natal porque infelizmente é a família que me resta.

 

 

Da vossa Beata da Aldeia

 

(Não abusem dos doces, está bem?)

 


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Carta escrita pela Beata da Aldeia às 21:49
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Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2007
O Natal não tarda aí

Meus santinhos

 

Ainda me encontro muito afanada mas graças a Deus hoje senti que as forças já me estavam a querer voltar que também não era sem tempo porque faço cá muita falta para alegrar as gentes já p'ra não falar do meu Zé, coitadinho que não sabe já o que fazer comigo.

 

O Sr. Dr. Médico proibiu-me de vir escrever aqui na internet porque andam desconfiados que eu apanhei uma pontada de ar nas costas naquela noite em que estive aqui a escrever-vos com a janela aberta e esta aragem da noite é muito traiçoeira como sabem e o resultado está bem de se ver, mas eu tenho na ideia escapar-me de vez quando porque tenho muitas saudades vossa e cá para mim aquilo foi invenção do meu homem que como sabeis não se conforma com estas modernices.

 

Mas deixemo-nos de choradeiras que para isso basta a vida que cada vez está mais ruim de se viver e ainda por cima nesta altura do Natal em que sempre se compra qualquer coisinha a mais do que é costume comprar-se e as reformas são uma miséria como sabeis.

 

Meus queridos filhos a vossa Beata está a preparar-se para o Natal e o trabalho na paróquia que está aí para vir, nem vos conto mas eu cá gosto muito de enfeitar as casas e a Igreja e fazer a àrvore de Natal com aquelas bolas todas às cores e as luzes a acender e a apagar que é um regalo de se ver.

 

Gostava muito de receber as vossas cartas para o Pai Natal, por isso se confiarem nesta simples Beata da Aldeia, podeis escrever o que mais queriam de presente que eu agarro nelas todas e podem ter a certeza que as vou entregar em mão que já fiz um acordo com o carteiro dele.

 

Fico à espera, está bem?

 

 

Beijnhos repenicados                                

 

Desta que se assina

Beata da aldeia 

 


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Carta escrita pela Beata da Aldeia às 20:51
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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2007
Ajudem o Planeta a Respirar

 
Tenho andado muito adoentada e só hoje me levantei um bocadinho, porque já não aguentava as dores nas costas já para não falar das saudades que eu tenho de todos.

 

Isto do tempo estar todo trocado, troca-me as voltas cá de uma maneira que vossemecês nem calculam.

 

Quando devia chover, faz sol, e é um calor que ninguém aguenta e à conta disso apanhei uma virose ou lá como é que isto se chama, mas foi assim que o Sr. Dr. Médico lhe chamou e eu acredito porque ele é pessoa de muita sabedoria.

 

Depois, de repente, acorda-se com um dilúvio, que mais parece aquele do tempo do Noé, só que aqui ninguém teve tempo de construir arca nenhuma para se abrigar e a água entrou a jorros pela casa das pessoas.

 

Já para não falar dos incêndios que este ano também vieram fora do tempo, e até me deu vontade de rir, porque os senhores daquele desgoverno que nos governam, deitaram os foguetes antes do tempo, quando todos contentinhos, vieram dizer que neste Verão, tinha sido um regalo de se ver, porque finalmente a floresta ardida era quase zero.

 
 

- Zero, são eles, onde é que já se viu, com um Verão daqueles cheio de chuva, queriam que houvesse fogos onde?

 

Ora eu, apesar de ser mulher da aldeia, gosto de andar bem informada com as coisas do mundo, e o meu Zé compra sempre o jornal porque eu lhe mando, e enquanto estou a passar   a ferro, ele  vai-me dando conta das noticias.

 

Por isso meus anjinhos, não se esqueçam que amanhã é o dia da floresta e bem que estamos precisando de muitas árvores para ajudar o planeta a respirar melhor.

 

A vossa Beata, apesar de ainda estar às voltas com esta tal de virose, amanhã vai ajudar a plantar árvores aqui.  Pode ser que encontre algum de vós, e não se esqueçam de me falar se me virem está bem?

 

Agora tenho que ir, porque já me está a chegar de novo a maldita da febre.

 

Até qualquer dia e ajudem a cuidar do planeta.

 

Beijinhos repenicados

 

Da vossa Beata da Aldeia

 

  


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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007
O Novo Aeroporto

A propósito do novo aeroporto que ainda ninguém sabe onde vai ficar, andámos todos conversando aqui na aldeia, que era bem pensado dar uma ajudinha ao menino Sócrates, para ele sair dessa aflição de uma vez por todas e deixar de estar tão nervoso, porque isto das depressões nesta altura do ano apanham toda a gente.

Esta vossa Beata que pensou sempre muito à frente, teve uma ideia que todos aplaudiram:

- Então, disse eu, os campos estão todos por cultivar que até mete dó, porque já ninguém tem força para cavar a terra e a juventude abalou toda, pois não quer saber de sementeiras nem vindimas.

- Hum, ia dizendo o meu Zé

-  Se eles, lá no desgoverno, estão assim tão precisados, o povo podia fazer uma daquelas vendas fantásticas, como aqui é uso dizer-se, sem impostos bem entendido que a gente não quer prejudicar ninguém, e estas eiras todas juntas bem arranjadinhas até davam um bom aeroporto e nem era preciso cortar as árvores nem  espantar os pássaros, porque isto aqui já é quase um deserto.

Escusado será contar, que começou toda a gente a pensar na diversão que iria ser, todos a verem os aviões a subir e a descer, já para não falar na grande evolução aqui p'ra aldeia, com cafés e restaurantes a abrir por todo o lado, hotéis para acomodar os coitados dos passageiros quando se dessem aqueles atrasos que se vêem na televisão e ainda as estradas que seriam construídas para ser mais rápido cá chegar.

Ficou tudo tão entusiasmado que decidimos por bem fazer uma votação nuns papelinhos que o meu Zé aprontou logo, porque isto é uma democracia, não sei se estão lembrados, e decidiu-se por escrever uma carta ao Sr. Lino, a oferecer os nossos préstimos.

Espero bem que ele "dê uma vista de olhos" quando tiver um "bocadinho de tempo", porque está tudo ansioso por ver aqui o aeroporto.

 
Até ando a rezar para que Nosso Senhor me dê mais uns aninhos de vida, porque pelo andar da carroça, quando o aeroporto estiver pronto, eu já não estarei cá para me gozar dele.

 

Até qualquer dia meus santinhos e o beijo repenicado do costume.

 

A vossa Beata da Aldeia

 

 


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Quinta-feira, 11 de Outubro de 2007
Mas que grande aflição

 


É verdade filhos do meu coração então não é que levei toda a santa noite a sonhar com as cores do vestido que se me pôs uma dor de barriga como há muito não tinha mais propriamente desde que fiz aquele esforço que me valeu uma quebradura no umbigo porque cismei que havia de dançar a noite inteira nas festas da Nossa Nossa Senhora da Agonia?

          
Nem vos conto as vezes que já corri para me aliviar e o meu Zé até foi à menina nova da farmácia pedir ajuda porque coitadinho verdade seja dita ele é muito meu amigo e se eu lhe for à frente ele vai logo atrás de mim, porque homem habituado a ter tudo feito é assim mesmo e a nossa afeição é para toda a vida como manda Nosso Senhor e disse o Sr. Cura quando nos casou.

Lá estou eu a divagar meninos mas graças aos santinhos que esta aflição me calhou hoje porque a menina Joana da aldeia dos sapos andou a oferecer à gente aqui da terra uns piaçabas novinhos em folha que são uma beleza e eu cá que sou muito de aproveitar as coisas, dei-lhe logo uma serventia que estou a ver que tenho que pedir ao meu homem para ir buscar mais.

É verdade que esta vossa Beata é uma mulher do campo e pouco dada a letras mas nunca chamei piaçá ao piaçaba como disse aquele menino que tem um grupo que cheira muito mal e até lhe chamam os fedorentos além de dizerem que são bichanos ou gatos ou lá o que é.

Com isto tudo meus anjinhos não tenho tido cabeça para pensar nas cores do malfadado vestido e se não ficarem ofendidos fica para uma próxima que também isto não é nenhuma sangria desatada.

Já me esquecia de vos contar recebi uma carta muito bonita que por sinal ainda não a li toda do nosso Anjinho protector,

 São M Abreu

                                  

e por sinal já trazia o selo com o retrato dele, ora vejam lá que lindos caracóis e até sabe tocar e tudo, ai rico filho.

 



Aprendam a dizer  piaçaba e até qualquer dia se Deus quiser

Beijinhos repenicados desta que se assina
Beata da Aldeia

 

 

PS: Desculpai-me mas hoje não tenho cabeça p'ra responder às vossas cartas que estou outra vez numa aflição à conta destas malditas cólicas

  

 


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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007
Notícias da Aldeia

 


Bom dia queridos filhos

        

Hoje o meu Zé trouxe-me o jornal cá da região que salvo erro só aparece uma vez por semana e já não é mau porque dantes nem jornais nem televisão a gente tinha e por isso é que os filhos nunca acabavam de se fazer porque não havia distracções nenhumas a não ser aquelas que vossemecês sabem mas que eu por pudor não digo.

 

Ora eu que apesar de ser do campo sempre fui muito de querer saber as coisas apesar de não me meter na vida dos outros comecei a ler a primeira página porque é por onde se começa sempre e fiquei de boca aberta com esta noticia:

                                                                               

Fotografias, logótipos ou textos passam a poder figurar nos selos .

Uma fotografia de rosto, uma imagem das férias ou o retrato do bébé. A partir de agora os consumidores podem escolher o tema dos selos que enviam nas suas cartas. Os CTT apresentaram ontem, Dia Mundial dos Correios, o "meuselo", um serviço que torna possível a personalização da tarifa de correspondência.

 

Ai meus queridos que grande avanço que este mundo está a ter e pensei cá comigo porque já sabem que o meu homem nestas coisas não gosta nada de modernices e por isso nem vale a pena dizer-lhe nada, que agora é que a vossa Beata vai ser conhecida em todo o lado porque acreditem que assim que o Ti Carteiro cá chegar vou-lhe pedir para pôr o meu retrato nos selos porque agora como sabem é um ver se te avias com estas cartas todas.

 

Como o meu Zé tem aquele feitio que já todos conhecem e nas vizinhas não tenho confiança nenhuma porque há muitas invejas e quem vê caras não vê corações e ao Sr Cura falta-me a coragem porque ele tem coisas mais importantes para pensar queria pedir uma coisa aos meninos e meninas que era se me ajudavam a escolher a cor do vestido para eu tirar a fotografia que tem que ser especial porque andar sempre de rosa arroxeado também já estou farta.

  

Beijinhos a todos e não se esqueçam de pôr as vossas caras larocas nos selos para eu vos conhecer melhor

 
Desta vossa Beata da Aldeia

 


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Carta escrita pela Beata da Aldeia às 13:43
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Segunda-feira, 8 de Outubro de 2007
O meu homem e o meu burro Jeremias


                                

Meus ricos filhos

 
Antes de mais quero pedir muita desculpa por só agora responder às vossas cartas todas que eram tantas tantas que até o pobre do Ti Manuel que é carteiro cá da aldeia vai p'ra mais de 20 anos ficou de olhos esbugalhados e até teve que pedir ao compadre Ajuda que o nome já diz tudo para lhe carregar a sacola mas o Sr Cura chamou-me lá por causa das flores para o casamento da Ritinha e do Manuel que é já no domingo e por isso só agora aqui vim.

Ai riquinhos que me estragam com mimos e eu não sou merecedora de tanto até porque nem fiz nada de mais para estarem para aí com essas coisas todas mas que estou muito contente lá isso é verdade e cada vez gosto mais de todos.

Mas hão-de vossemecês pensar o que é que isto tudo tem a ver com o meu Zé e com o meu burro Jeremias mas devagar se vai ao longe e aguentem um bocadinho que eu já conto tudo.

Então lá vai.
O meu burro apesar de ser burro é mais esperto que muita gente que diz que pensa e é como se fosse da família só falta dormir cá em casa que isso eu nunca deixei porque é uma grande sujeira e não se aguentava o cheiro mas tem um grande defeito tal qual o meu homem que eu até costumo dizer que ele é teimoso como um burro.

Ora o ano passado viveu cá um mestre-escola que coitadinho até teve sorte porque foi colocado a 350km da aldeia dele mas sempre foi melhor do que ficar sem trabalho e que por via disso mesmo cismou que havia de ensinar à gente estas coisas da Internete para ocupar os fins-de-semana que eram quase todos em que não ia matar saudades à terra dele e então como eu estava dizendo lá fui eu e mais umas vizinhas aprender as artes que é como a gente chama a isto aqui na aldeia.

O meu homem que quase nunca fala, botou palavra e disse que era para eu não ir porque isso não eram coisas de mulher casada e disse mais:
- Mulher minha não vai por aí!

Até me lembrou uma coisa que eu ouvi da boca do tal mestre- escola e que me ficou no ouvido até hoje e que se a memória não me falha foi um tal de Sr. Régio que morava noutra aldeia e que pelos vistos era senhor do seu nariz que dizia mais ou menos o mesmo mal comparado valha-me nossa Senhora.

O que ele me foi dizer meu ricos meninos. Então eu que nunca olhei p'ro lado que sempre lhe arranjei a janta a tempo e a horas trato-lhe da roupa toda que ele anda sempre num brinco e agora estava a querer mandar em mim? 

Lembrei-me logo do meu burro que quando a gente o puxa para um lado ele vai para o outro e fiz o mesmo que ele.

Em santa hora me veio essa lembrança porque se não fosse o meu burro eu não estava aqui a escrever aos meus santinhos.

Eu que sou mulher séria e não sou de andar na taberna como eu sei que há p'ra aí muitas já para não falar de outras coisas do demónio que até me fazem arrepios só de pensar nelas, sou devota e até ajudo o Sr Cura, posso não saber muito bem para onde vou mas sei que não vou por onde ele me mandar.

Tenho dito

Beijinhos a todos e até qualquer dia se Deus quiser

Desta que se assina Beata da Aldeia


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Carta escrita pela Beata da Aldeia às 20:21
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Domingo, 7 de Outubro de 2007
Aqui estou meus santinhos!
 
Boa tarde meninas e meninos
 
Tem esta o propósito de  vos dizer que aqui a vossa amiga Beata da Aldeia foi de excursão com o seu Zé lá para os lados de Montemor o velho porque o novo fica noutra freguesia e até tropeçámos no nosso primeiro Sócrates ou lá como é que ele se chama que depois das eleições salvo erro nunca mais lhe tinha posto a vista em cima e até foi uma confusão porque estava lá muita gente aos gritos e eu não gosto de barafundas que já me chega a minha vida quanto mais a dos outros.
Mas estava eu dizendo que por causa da passeata com o meu homem, só agora cheguei à minha aldeia e antes de entrar em casa vi a caixa do correio cheia de cartas e até lhe disse:
    
 
- Então agora ao domingo também há correio?
ao que ele me respondeu:
 - Humm
porque o meu Zé é de poucas falas mas eu já me habituei a ele e até o desculpo coitadinho.
 
 
Lá fomos entrando e depois de descalçar os sapatos que me apertaram os meus ricos pés o dia inteiro lá fui ver quem me tinha escrito.
 
E aqui, meus ricos filhos fartei-me de chorar.
 
Então não é que as cartas eram dos meninos e meninas que eu andei visitando nos últimos dias a pedir-me para eu continuar a escrever-lhes?
 
Fiz contas à vida e como só ajudo na Paróquia durante a parte da manhã, a seguir faço o almoço logo a contar com a  janta e depois pensei cá para comigo que em vez de andar por aí nas vizinhas era melhor eu vos fazer a vontade e assim aqui me têm porque o meu coração sempre foi mole e agora para a idade ainda mais e por isso eu não podia virar as costas a quem me recebeu tão bem.
 
Não se zanguem e até um dia destes se Deus quiser
 
Beijinhos repenicados desta que se assina
 
Beata da Aldeia
 

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Carta escrita pela Beata da Aldeia às 19:11
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